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Luana Quevedo Lu ama o que vê do mundo, que veio de estrelas longínquas transgredindo fundo; Luana que vê do avesso o que é do aves...
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Não sei se os teus olhos falam o que a tua boca porventura oculte Não sei se os nossos corpos se colarão um dia Num descompas...
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A carne há de sangrar... crianças brincarão sim com os ossos de seus pais e os pais,...eles chorarão desesperados os filhos perdidos......
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Parecia estar em transe. Entrou no ônibus, sentou-se na primeira poltrona da frente. Suspirou e deixou cair uma lágrima e depois outr...
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"A leveza do ser está na sua capacidade de sorrir". Eliza pensava nessa frase que vira numa propaganda e finalmente sorriu. M...
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Que o teu sorriso inunde o meu olhar a toda hora e sempre... Que a tua voz invada,suave, os meus ouvidos e diga tudo o que tem a dizer....
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Instante vivido que não volta dor que penetra, sangra e corta... Olhar que entristece o quadro, que antes emoldurava sorrisos...
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Passei na Avenida Brasil, do começo até a região dos Bancos. Pena, não eram bancos, eram agências bancárias.Nossa cidade bem que preci...
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A ferida não cicatrizava. Depois de tanto tempo, e para ela parecia ter sido ontem, Sabrina lembrava-se dos passeios de carro ,do...
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Só fugirei de mim quando definitivamente conseguir me alcançar
domingo, 27 de julho de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Lúcida Embriaguez
Embebedas-me com tua carne
Delicioso vinho sólido
sonho vivo, insólito
sê também minh´alma
vem com tua lucidez amar-me!
Delicioso vinho sólido
sonho vivo, insólito
sê também minh´alma
vem com tua lucidez amar-me!
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
MENINA DE RUA
Tinha o luar nos olhos
a neblina em sorrisos boquiabertos
o vento nos cabelos de noite
e as lágrimas acariciando-lhe os calos.
domingo, 24 de novembro de 2013
LOGO
Logo vi
era você
na primeira fila
sorri
sorriu
partiu
Logo vi
era você
na minha cama
amei
amou
demorou
a chama
Não acordei
era você
em meus sonhos
chorei
choramos
amamo-nos
Acordei
demorou
vesti saudade
sorriu
partiu.
Logo vi
era você
na primeira fila
sorrimos...
era você
na primeira fila
sorri
sorriu
partiu
Logo vi
era você
na minha cama
amei
amou
demorou
a chama
Não acordei
era você
em meus sonhos
chorei
choramos
amamo-nos
Acordei
demorou
vesti saudade
sorriu
partiu.
Logo vi
era você
na primeira fila
sorrimos...
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Vingança Fatal.
Estava com a última lágrima chegando ao último milímetro do queixo.
Queixo longo da adolescente reclusa,confusa...
-Por que olhos se molham quando choramos?-indagava a menina. E logo se respondia:
-É para lubrificar a alma.
E não soluçou mais. Fechou os olhos suavemente e sonhou com fantasmas.
Tão pesado sono, tão real pesadelo. Às vezes sofria alguns espasmos pelo susto ou medo do enredo.
Não sabia distinguir o real do absurdo. Sete longas horas depois o sobressalto deu cabo do fantasma
maior. Acordou assustada, num quase grito chamando o nome de quem tanto a fizera sofrer: -Stéphano!
Ao mesmo tempo em que se deitou novamente abraçando o travesseiro, percebeu que o amado não estava ali.
Pensou nos dois dias que já havia chorado. Quis chorar de novo, mas não havia mais lágrimas ou ao menos não conseguiam mais alcançar o seu rosto. -Tanta dor não poderia ser suportada por qualquer outra pessoa, pensava. Sentou-se na cama novamente, passou as mãos pelo rosto até alcançar os cabelos negros repartidos ao meio, fletiu seus joelhos, abraçou as pernas e começou a balançar o corpo. Nesses instantes pensava no porquê de Mara tê-la sacaneado, justo a melhor amiga, de tantas jornadas e confissões nesses quatro anos de amizade. Levantou-se rápido, sem mais palavras...pensava somente em vingança. Tomou um banho gelado, perfumou-se, vestiu sua melhor roupa e saiu. Duas da manhã, trânsito caótico próximo às baladas...Finalmente consegui estacionar. Certamente eles estariam ali-pensava, numa mistura de ansiedade e raiva doentia. Deparou-se com os dois tidos por ela como traidores, mãos dadas, sorrisos, beijinhos e abraços. -Certamente não me viram. Vou me vingar, acabar com essa festa, acabar com eles. Rapidamente atravessou o caminho dos dois numa atitude inesperada. Nesse instante Cláudio, seu amigo de sempre e ex-namorado de Mara encontrava-se à sua frente, próximo ao casal. Ela então se aproximou, pegou a garrafa de cerveja que Cláudio bebia e numa atitude agressiva, algo delinquente, inconsequente, quase arrancou os lábios de seu amigo num estalante, inebriante e molhado beijo. Pronto, a vingança estava feita.
Queixo longo da adolescente reclusa,confusa...
-Por que olhos se molham quando choramos?-indagava a menina. E logo se respondia:
-É para lubrificar a alma.
E não soluçou mais. Fechou os olhos suavemente e sonhou com fantasmas.
Tão pesado sono, tão real pesadelo. Às vezes sofria alguns espasmos pelo susto ou medo do enredo.
Não sabia distinguir o real do absurdo. Sete longas horas depois o sobressalto deu cabo do fantasma
maior. Acordou assustada, num quase grito chamando o nome de quem tanto a fizera sofrer: -Stéphano!
Ao mesmo tempo em que se deitou novamente abraçando o travesseiro, percebeu que o amado não estava ali.
Pensou nos dois dias que já havia chorado. Quis chorar de novo, mas não havia mais lágrimas ou ao menos não conseguiam mais alcançar o seu rosto. -Tanta dor não poderia ser suportada por qualquer outra pessoa, pensava. Sentou-se na cama novamente, passou as mãos pelo rosto até alcançar os cabelos negros repartidos ao meio, fletiu seus joelhos, abraçou as pernas e começou a balançar o corpo. Nesses instantes pensava no porquê de Mara tê-la sacaneado, justo a melhor amiga, de tantas jornadas e confissões nesses quatro anos de amizade. Levantou-se rápido, sem mais palavras...pensava somente em vingança. Tomou um banho gelado, perfumou-se, vestiu sua melhor roupa e saiu. Duas da manhã, trânsito caótico próximo às baladas...Finalmente consegui estacionar. Certamente eles estariam ali-pensava, numa mistura de ansiedade e raiva doentia. Deparou-se com os dois tidos por ela como traidores, mãos dadas, sorrisos, beijinhos e abraços. -Certamente não me viram. Vou me vingar, acabar com essa festa, acabar com eles. Rapidamente atravessou o caminho dos dois numa atitude inesperada. Nesse instante Cláudio, seu amigo de sempre e ex-namorado de Mara encontrava-se à sua frente, próximo ao casal. Ela então se aproximou, pegou a garrafa de cerveja que Cláudio bebia e numa atitude agressiva, algo delinquente, inconsequente, quase arrancou os lábios de seu amigo num estalante, inebriante e molhado beijo. Pronto, a vingança estava feita.
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